1 – Identificação do Perigo
Qualquer organização que identifique um perigo, deverá proceder de imediato a uma avaliação de riscos, a qual deverá apontar medidas de eliminação do risco ou, se tal não for possível, medidas de controlo dos riscos e de protecção dos trabalhadores, entre as quais poderão figurar técnicas de Protecção Individual;
2 – Risco residual
Quando as medidas de protecção colectiva não se revelam totalmente eficazes, significa que ainda persiste um determinado risco residual, que deverá ser minimizado através da protecção individual;
3 – Selecção do EPI
Deve-se ter atenção o ambiente de trabalho, para apurar as características a que os mesmos equipamentos devem obedecer.
4 – Aquisição do EPI
Faz-se a aquisição do equipamento, verificando-se se as características dos mesmos satisfazem os requisitos da Norma aplicável.
5 – Formação
Deverá obrigatoriamente ser dada formação ao trabalhador antes de se proceder à distribuição do EPI.
6 – Distribuição do EPI
Proceder à distribuição e/ou reposição do EPI ao trabalhador, garantindo o registo do equipamento entregue e a assinatura da declaração de recepção respectiva.
7 – Sinalização
Sinalizar correctamente os locais onde existem riscos que obriguem ao uso de EPI.
8 – Verificação e Controlo
Através de Inspecções formais e informais ao local de trabalho, garantir que o EPI é utilizado, mantido regularmente limpo e armazenado no fim da sua utilização.
9 - Desempenho – Reforço positivo/negativo
A organização poderá estabelecer prémios que incentivem a utilização do EPI, bem como sanções disciplinares para a violação consecutiva do dever de uso de tais equipamentos.
Os Riscos e Cuidados com Poeiras e Névoas no Ambiente de Trabalho
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Olá! Hoje vamos falar sobre um tema importante para quem trabalha em
ambientes industriais, de construção civil ou em qualquer área que produza
poeiras e...
Há 1 ano
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